
Quem é Shawn Achor e o seu best-seller “O Jeito Harvard de Ser Feliz“
Shawn Achor é um renomado psicólogo americano, especialista em felicidade e psicologia positiva, temas que estão intimamente ligados com a autoestima e a inteligência emocional, no cotidiano pessoal e empresarial. Amplamente reconhecido por seu trabalho inovador na interseção entre bem-estar e desempenho. Graduado em Psicologia pela Universidade de Harvard, onde também ministrou aulas por mais de uma década, Achor tornou-se uma das principais referências mundiais sobre o tema da felicidade. Seu best-seller O Jeito Harvard de Ser Feliz consolidou sua autoridade ao demonstrar, com base em pesquisas científicas, que pessoas felizes não apenas vivem melhor, como também são mais produtivas, resilientes e bem-sucedidas. Ele é fundador da GoodThink Inc., uma consultoria que aplica os princípios da psicologia positiva em empresas e instituições ao redor do mundo, ajudando indivíduos e organizações a prosperarem por meio de práticas simples e comprovadas.
1. A felicidade precede o sucesso
Como ser feliz? O mito de que o sucesso leva à felicidade
Durante anos, fomos ensinados que, ao conquistar objetivos — um bom emprego, estabilidade financeira, reconhecimento — seríamos felizes. Mas Shawn Achor, com base em sua experiência em Harvard, inverte essa lógica: é ser feliz que nos torna mais propensos ao sucesso.
A felicidade, segundo ele, não é um prêmio. É o combustível. Indivíduos que cultivam um estado mental positivo são mais criativos, resilientes e produtivos.
Como o cérebro funciona melhor em um estado positivo
Estudos mostram que o cérebro humano é 31% mais produtivo quando está em um estado positivo do que em neutro ou negativo. Isso impacta diretamente a resolução de problemas, tomada de decisões e até saúde física. Portanto, o “jeito Harvard de ser feliz” começa mudando nossa mentalidade.
2. O efeito Tetris: treine sua mente para o positivo
A neuroplasticidade e o foco nos padrões positivos
O nome vem de um experimento em que jogadores de Tetris começaram a enxergar padrões de blocos em todo lugar — uma metáfora para como nosso cérebro pode ser treinado. Se o alimentarmos com notícias ruins, críticas e problemas, ele passa a ver apenas isso.
Mas se intencionalmente buscamos o positivo — conquistas, gratidão, conexões humanas — nosso cérebro se adapta, criando uma realidade mais favorável e feliz.
Estudos de Harvard sobre gratidão diária
Um dos exercícios sugeridos por Achor é listar três coisas pelas quais somos gratos todos os dias. Isso treina nosso cérebro a reconhecer o que há de bom, um hábito simples que pode aumentar drasticamente nossos níveis de felicidade.
3. A regra dos 20 segundos: torne o positivo mais fácil
Elimine a fricção para hábitos positivos
Muitas vezes, desistimos de hábitos bons, que aumentam a nossa autoestima, porque eles exigem esforço. Achor ensina que, se tornarmos esses hábitos 20 segundos mais fáceis de iniciar, a chance de mantê-los aumenta.
Por exemplo, se você quer ler mais, deixe o livro em cima da cama, ao alcance da mão. Pequenas mudanças na organização do ambiente promovem grandes mudanças na atitude.
Como tornar o negativo mais difícil de acessar
Ao mesmo tempo, devemos dificultar o acesso a hábitos ruins. Quer reduzir o tempo de TV? Retire as pilhas do controle remoto. Quer dormir melhor? Tire o celular da cabeceira. O “jeito Harvard de ser feliz” é também uma questão de design de ambiente e inteligência emocional.
Relações sociais como motor da felicidade sustentável
Segundo Achor, o apoio social é o maior preditor de felicidade a longo prazo. E não se trata apenas de ter muitos amigos, mas de sentir-se verdadeiramente conectado, ouvido e apoiado.
Em Harvard, os alunos que relatavam laços sociais fortes superavam melhor o estresse acadêmico, tinham notas mais altas e bem-estar emocional elevado.
A teoria dos “laços fortes” e “laços fracos”
Laços fortes (amigos íntimos, familiares) oferecem apoio emocional. Já os laços fracos (colegas, conhecidos) ampliam oportunidades. Ter um equilíbrio saudável entre esses dois tipos de conexão fortalece nosso senso de pertencimento e propósito — ingredientes essenciais para ser feliz.
5. Transforme fracassos em alavancas de crescimento
A mentalidade de crescimento diante de desafios
Fracassos são inevitáveis. A diferença entre os que prosperam e os que estagnam está na forma como interpretam essas falhas. Achor enfatiza que ver os obstáculos como oportunidades de crescimento é um dos pilares da felicidade.
Pessoas com mentalidade de crescimento encaram críticas como chances de melhorar, não como ataques pessoais.
Resiliência: o caminho para a verdadeira felicidade
A verdadeira felicidade não se encontra na ausência de problemas, mas na habilidade de enfrentá-los com resiliência e inteligência emocional. E isso pode ser aprendido. O “jeito Harvard de ser feliz” oferece ferramentas para encarar o fracasso como um trampolim e não como um buraco sem saída.
6. O poder da gratidão e do otimismo
Técnicas para desenvolver uma visão positiva do mundo
Cultivar gratidão e otimismo não é ingenuidade, é estratégia. Visualizar um futuro positivo e agradecer pelo presente nos mantém motivados e resilientes.
Entre as práticas recomendadas estão:
- Escrever cartas de agradecimento.
- Relembrar três coisas boas do dia.
- Meditação com foco em bondade.
Como a gratidão afeta sua saúde mental, emocional e física
Estudos mostram que pessoas gratas dormem melhor, têm a autoestima mais elevada, e menos sintomas de depressão e patologias emocionais. Tais pessoas também demonstram maior satisfação com a vida. A gratidão melhora inclusive a saúde cardiovascular — um verdadeiro remédio natural para ser feliz.
7. O ciclo de feedback positivo
Como pequenas vitórias geram um ciclo de felicidade duradoura
O sucesso gera mais sucesso quando reconhecemos e celebramos pequenas conquistas. Isso cria um ciclo de feedback positivo que nos impulsiona a continuar.
Por isso, anotar vitórias diárias, mesmo as pequenas, como “cumpri minha meta de leitura” ou “ajudei um colega”, reforça o senso de propósito.
A ciência por trás dos hormônios do bem-estar
Pequenos atos positivos liberam dopamina, serotonina e ocitocina — os “hormônios da felicidade”. Isso torna mais fácil repetir comportamentos saudáveis e manter a consistência.
FAQ: Perguntas frequentes sobre o jeito Harvard de ser feliz

O que é o jeito Harvard de ser feliz?
O “jeito Harvard de ser feliz” é uma metodologia desenvolvida por Shawn Achor com base em sua experiência em Harvard e pesquisas em psicologia positiva. Ele propõe que a felicidade deve ser cultivada antes do sucesso, usando práticas diárias como gratidão, otimismo, conexões sociais e hábitos positivos para reprogramar o cérebro e melhorar o desempenho pessoal e profissional.
Os princípios funcionam para qualquer pessoa?
Sim. Os princípios são universais e podem ser aplicados por qualquer pessoa, independentemente da idade, profissão ou histórico de vida. A chave está na consistência das práticas e na disposição para mudar a forma como você percebe o mundo. Mesmo pequenas ações diárias podem gerar grandes mudanças no seu bem-estar emocional e mental.
Quanto tempo leva para ver os efeitos?
Resultados variam, mas muitas pessoas relatam mudanças perceptíveis após apenas 21 dias de prática consistente. Por exemplo, manter um diário de gratidão, meditar por dois minutos ao dia ou enviar mensagens positivas a amigos pode transformar seu estado emocional em menos de um mês.
Posso aplicar isso no ambiente de trabalho?
Com certeza! O próprio Shawn Achor aplicou seus métodos em grandes empresas, como Google e Microsoft. Criar um ambiente de trabalho positivo aumenta a produtividade, reduz o estresse e melhora o relacionamento entre equipes. Simples ações como reconhecimento, feedback positivo e incentivo ao otimismo têm impactos profundos.
Qual o papel da gratidão no processo?
A gratidão é um dos pilares fundamentais do jeito Harvard de ser feliz. Ela redireciona o foco do cérebro para o que está funcionando bem, o que, por sua vez, reduz o estresse e melhora o humor. Praticar a gratidão diariamente é uma forma poderosa de alimentar a mente com positividade e esperança.
Qual a diferença entre felicidade momentânea e duradoura?
A felicidade momentânea vem de estímulos externos — como comprar algo ou receber elogios. Já a felicidade duradoura, promovida pelo método de Shawn Achor, é construída internamente e depende de como interpretamos o mundo, nossas conexões, hábitos e atitudes diárias. Ela é mais estável, profunda e resistente às adversidades.
Conclusão
O livro O Jeito Harvard de Ser Feliz nos ensina que ser feliz não é o ponto de chegada, mas o ponto de partida. A felicidade não depende de circunstâncias ideais, mas de atitudes diárias, treinamentos mentais e relações humanas verdadeiras.
Ao aplicar os 7 princípios revelados por Shawn Achor, você não apenas melhora seu bem-estar emocional, mas também potencializa seu desempenho, sua saúde e sua capacidade de lidar com os desafios da vida.
Lembre-se: você não precisa esperar conquistar algo para ser feliz. O segredo está em mudar sua perspectiva, agir com intenção e construir a felicidade de dentro para fora.
Seja no trabalho, nos relacionamentos ou na sua jornada pessoal, você pode colocar em prática o jeito Harvard de ser feliz e transformar sua realidade. Comece hoje mesmo com pequenos passos — e descubra a alegria de viver com mais propósito, leveza e esperança.
Reflexão do Portal Última Trincheira
O Jeito Harvard de Ser Feliz à Luz da Fé e da Neurociência: Quando o Espírito Santo Reprograma a Mente
Vivemos em um tempo em que a ciência e a fé muitas vezes são colocadas em campos opostos. Mas quando olhamos com atenção, percebemos que há uma harmonia surpreendente entre o que a neurociência moderna tem revelado sobre o cérebro humano e o que a Palavra de Deus nos ensina há milênios. O livro O Jeito Harvard de Ser Feliz, de Shawn Achor, oferece sete princípios comprovados para desenvolver felicidade e bem-estar. Quando os analisamos à luz da fé cristã e da neurociência, percebemos um caminho comum de transformação, cura e plenitude interior.
Positividade e fé: A mente que crê vê possibilidades
Shawn Achor afirma que o cérebro humano é 31% mais produtivo em um estado positivo. A positividade cria um ciclo de pensamentos construtivos, atitudes mais saudáveis e resiliência emocional. A neurociência chama isso de neuroplasticidade, a capacidade do cérebro de se reorganizar com base nas experiências e nos pensamentos repetidos.
A fé cristã já ensinava isso muito antes:
“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (Hebreus 11:1).
Crer em meio à adversidade é a mais poderosa forma de positividade. A fé não nega os fatos, mas os transcende, reorganizando nossa percepção da realidade e ativando circuitos mentais de esperança e ação.
Gratidão: a ponte entre o espírito e o cérebro
Achor destaca que a prática diária da gratidão é um dos pilares do jeito Harvard de ser feliz, e ao mesmo tempo uma das bases para construir felicidade duradoura. Estudos mostram que pessoas que mantêm diários de gratidão têm melhor qualidade de sono, menos sintomas de depressão e mais satisfação com a vida.
Na fé cristã, a gratidão é não apenas uma prática, mas um mandamento espiritual:
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (1 Tessalonicenses 5:18).
Ser grato, mesmo em circunstâncias difíceis, ativa centros de recompensa no cérebro e abre caminhos espirituais para o agir de Deus.
Felicidade e a alegria do Espírito Santo
Shawn Achor ensina que a felicidade deve ser o ponto de partida, não a linha de chegada. Mas essa felicidade não é apenas emocional — ela é um estado neural cultivado por hábitos. E, espiritualmente, é um estado de espírito gerado pelo Espírito:
“Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz…” (Gálatas 5:22).
Essa alegria do Espírito Santo é mais do que um sentimento — é uma presença. É quando a alma se aquieta e se conecta ao Criador. E, curiosamente, isso também é mensurável: pessoas que cultivam fé ativa e conexão espiritual possuem maior ativação do córtex pré-frontal, associado à empatia, planejamento e tomada de decisão.
Mudança de mentalidade: metanoia e neuroplasticidade
O termo grego metanoia significa “mudança de mente”, mas também envolve arrependimento, transformação interior e um novo caminho. A neurociência chama isso de reconfiguração sináptica: quando o cérebro forma novos caminhos e redes mais saudáveis por meio de novos hábitos mentais.
A Palavra de Deus já nos convida a essa jornada:
“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2).
A verdadeira transformação espiritual começa na mente — uma mente que medita na Palavra, que rejeita mentiras e que se abre para o poder renovador do Espírito Santo.
Tornar o negativo mais difícil de acessar: fuja do mal
Um dos princípios do jeito Harvard de ser feliz, é tornar hábitos ruins mais difíceis. Achor sugere, por exemplo, tirar as pilhas do controle remoto para reduzir o tempo de TV. Essa pequena mudança física ajuda a quebrar padrões mentais nocivos.
A Bíblia também nos ensina a evitar os caminhos da tentação e do mal:
“Abstende-vos de toda forma de mal” (1 Tessalonicenses 5:22).
“Fuja das paixões da juventude e siga a justiça, a fé, o amor e a paz” (2 Timóteo 2:22).
Tornar o pecado menos acessível é um ato de sabedoria espiritual e autocuidado neurológico. Isso inclui mudar ambientes, relacionamentos e rotinas que nos levam para longe da presença de Deus.
Laços fortes: a Igreja como corpo vivo
Achor enfatiza a importância dos laços sociais fortes como preditores de felicidade. A neurociência comprova: o sentimento de pertencimento ativa áreas do cérebro ligadas ao prazer e à segurança emocional.
Na fé cristã, esse conceito está enraizado no que chamamos de Corpo de Cristo.
“Assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e cada membro está ligado a todos os outros” (Romanos 12:5).
A Igreja verdadeira não é um templo de pedras, mas uma rede de relacionamentos vivos, onde cada pessoa exerce seus dons para edificação do próximo.
Esse “laço forte” é mais do que amizade — é espiritualidade compartilhada. É cuidado mútuo, intercessão, encorajamento e restauração. É a comunidade curando seus membros por meio do amor.
A felicidade de dentro para fora: uma transformação neural e espiritual
Ao final de sua jornada, Shawn Achor nos ensina que ser feliz é um estado interno, construído por hábitos, visão de mundo e conexões humanas. A neurociência valida isso mostrando como o cérebro se adapta ao que repetimos com intenção.
A fé cristã vai além: ela transforma o interior com a presença do Espírito Santo, reorienta o coração para Deus, e faz da felicidade algo mais profundo — um fruto da comunhão com o Criador.
“Tu me farás conhecer a vereda da vida; na tua presença há plenitude de alegria” (Salmos 16:11).
Quando unimos os princípios da psicologia positiva à sabedoria das Escrituras e às descobertas da neurociência, vemos que a verdadeira transformação acontece de dentro para fora. Um cérebro renovado, um coração grato, uma mente reconfigurada e um espírito conectado ao amor de Deus são a base de uma vida plena, leve e frutífera.
Reflexão final – A ligação íntima entre a Felicidade, Autoestima e a Inteligência Emocional
Segundo a neurociência, a felicidade tem uma relação profunda com o desenvolvimento da autoestima e da inteligência emocional. Ao incentivar práticas como a gratidão, o otimismo e a valorização de pequenas conquistas, Shawn Achor mostra que a felicidade não depende apenas de fatores externos, mas também da forma como nos percebemos e reagimos ao mundo. Esse processo fortalece a autoestima, pois ajuda a construir uma autoimagem mais positiva, baseada em progresso real e reconhecimento pessoal.
Além disso, ao treinar o cérebro para identificar padrões positivos e lidar melhor com adversidades, o método também estimula habilidades essenciais da inteligência emocional, como o autocontrole, a empatia e a autorreflexão. Assim, ser feliz torna-se uma escolha consciente, que reforça o equilíbrio emocional e a autoconfiança no dia a dia.
Ou seja, você não precisa esperar a vida mudar para ser feliz. Você pode mudar por dentro — com fé, com hábitos conscientes, com gratidão diária — e o mundo ao seu redor começará a refletir essa nova realidade. Comece hoje. Seja luz no seu próprio caminho. E lembre-se: a verdadeira felicidade é uma semente divina plantada na alma, regada pela fé e florescida pela prática.
A felicidade realmente precede o sucesso? Como isso funciona?
Sim, segundo o jeito Harvard de ser feliz e estudos científicos, a felicidade precede o sucesso. A ideia tradicional de que primeiro alcançamos objetivos (como um bom emprego ou estabilidade financeira) para depois sermos felizes é invertida. Pesquisas mostram que um cérebro em estado positivo é 31% mais produtivo do que em estado neutro ou negativo. Isso significa que pessoas felizes são mais criativas, resilientes e eficazes na resolução de problemas e tomada de decisões, o que naturalmente as torna mais propensas ao sucesso em diversas áreas da vida. A felicidade, portanto, não é a recompensa, mas o combustível.
O que é o “Efeito Tetris” e como ele ajuda a treinar a mente para o positivo?
O “Efeito Tetris” é uma metáfora para a neuroplasticidade do cérebro, que se refere à sua capacidade de se reorganizar e se adaptar com base nas experiências e pensamentos repetidos. Assim como jogadores de Tetris começam a ver padrões de blocos em todo lugar após jogarem por muito tempo, nosso cérebro pode ser treinado para focar no positivo ou no negativo, dependendo do que o alimentamos. Achor sugere exercícios como listar três coisas pelas quais somos gratos todos os dias. Ao buscar intencionalmente o que há de bom — conquistas, gratidão, conexões humanas —, o cérebro se adapta, criando uma realidade mais favorável e, consequentemente, mais feliz.
Como a “Regra dos 20 Segundos” pode facilitar a adoção de hábitos positivos e dificultar os negativos?
A “Regra dos 20 Segundos” propõe que pequenas mudanças no ambiente podem ter um grande impacto na nossa capacidade de manter hábitos. Achor sugere tornar hábitos positivos 20 segundos mais fáceis de iniciar. Por exemplo, deixar um livro à vista para encorajar a leitura. Da mesma forma, devemos tornar hábitos negativos 20 segundos mais difíceis de acessar, como remover as pilhas do controle remoto da TV ou deixar o celular longe da cama para melhorar o sono. Essa estratégia reduz o “atrito” para ações benéficas e aumenta-o para as prejudiciais, promovendo mudanças significativas na atitude e no bem-estar.
Qual o papel das relações sociais na felicidade sustentável?
Shawn Achor enfatiza que o apoio social é o maior preditor de felicidade a longo prazo. Não se trata apenas de ter muitos amigos, mas de sentir-se verdadeiramente conectado, ouvido e apoiado. Fortes laços sociais (com amigos íntimos e familiares) oferecem apoio emocional crucial, enquanto laços fracos (com colegas e conhecidos) ampliam oportunidades e perspectivas. Um equilíbrio saudável entre esses dois tipos de conexão fortalece o senso de pertencimento e propósito, ingredientes essenciais para uma felicidade duradoura e para superar o estresse e os desafios da vida.
Como a gratidão e o otimismo impactam nossa saúde mental, emocional e física?
Cultivar a gratidão e o otimismo é uma estratégia poderosa para o bem-estar. Não é ingenuidade, mas uma prática que redireciona o foco do cérebro para o que está funcionando bem, reduzindo o estresse e melhorando o humor. Técnicas como escrever cartas de agradecimento, relembrar três coisas boas do dia e meditar com foco em bondade são recomendadas. Estudos demonstram que pessoas gratas dormem melhor, têm a autoestima mais elevada, menos sintomas de depressão e maior satisfação com a vida. A gratidão também pode melhorar a saúde cardiovascular, agindo como um “remédio natural” para a felicidade.
De que forma os fracassos podem ser transformados em alavancas de crescimento?
Fracassos são inevitáveis, mas a forma como os interpretamos é crucial para o crescimento e a felicidade. Achor destaca a importância de ter uma mentalidade de crescimento, encarando os obstáculos como oportunidades de aprendizado e melhoria, e não como ataques pessoais. Pessoas resilientes não buscam a ausência de problemas, mas desenvolvem a capacidade de enfrentá-los com inteligência emocional. O Jeito Harvard de Ser Feliz oferece ferramentas para ver o fracasso como um trampolim para o sucesso, promovendo a verdadeira felicidade que reside na habilidade de superar adversidades.
Qual é a conexão entre a felicidade, a autoestima e a inteligência emocional, e como a fé se integra a essa visão?
A neurociência revela uma profunda conexão entre felicidade, autoestima e inteligência emocional. As práticas do “Jeito Harvard de Ser Feliz” (gratidão, otimismo, valorização de pequenas conquistas) não só promovem a felicidade, mas também fortalecem a autoestima ao construir uma autoimagem mais positiva e baseada em progresso real. Além disso, ao treinar o cérebro para identificar padrões positivos e lidar com adversidades, habilidades da inteligência emocional como autocontrole, empatia e autorreflexão são estimuladas.
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Shawn Achor Harvard